A importância das escolhas do consumo alimentar

Ao longo do último século, o consumo alimentar teve uma evolução impressionante. A partir do momento em que os constrangimentos ao nível da oferta e dos rendimentos se foram modificando e desaparecendo (é o caso da segurança do abastecimento, da quase certeza de ter permanentemente coisas para comer, por exemplo) a evolução do consumo alimentar caracteriza-se, regra geral, por três fases sucessivas:
aumento do tamanho da ração alimentar;
diminuição da quantidade de alimentos de base (caso dos (...) Para saber mais

Na maioria das vezes esquecemo-nos da verdadeira fonte dos alimentos e do real impacte que pode ter escolhermos uma ou outra alternativa. Nas cidades, em particular, perdemos o contacto com muitos dos produtos e bens, geralmente por falta de jardins, pela falta da criação de pequenas hortas, … Nós devemo-nos adaptar à natureza e adequar a nossa dieta consoante as estações do ano.
Fonte: Comissão Europeia
O agro-turismo e as quintas pedagógicas são um meio permanente, em especial para as (...) Para saber mais

Muitas vezes esquecemo-nos de onde vêm os alimentos!
Tendo em conta tudo o que está disponível nas grandes superfícies comerciais, não nos apercebemos dos impactes que advêm da produção de cada alimento. Além disso, neste contexto ocorre a situação do consumidor escolher, dentro de tanta diversidade, sem se questionar sobre a origem dos produtos, se são de época ou não…
Fonte: Comissão Europeia
Contudo, existem alternativas: na verdade, comprar diretamente aos produtores permite recuperar a (...) Para saber mais

“O Comércio justo é uma parceria entre produtores e consumidores que trabalham para ultrapassar as dificuldades enfrentadas pelos primeiros, para aumentar o seu acesso ao mercado e para promover o processo do desenvolvimento sustentável”. Para saber mais

A produção alimentar deve levantar diversas questões, especialmente no que diz respeito ao bem-estar animal, à destruição dos ecossistemas naturais (desflorestação) ou à depleção de alguns recursos, etc.
Bem-estar animal Ao nível europeu a legislação respeitante ao bem-estar animal é relativamente rígida, mas não é a realidade de todos os países. Os cidadãos europeus estão dispostos, na sua maioria (62 %), a mudar os seus hábitos de compra para consumir produtos que respeitem o bem-estar animal. Cerca de 74 % (...) Para saber mais